''Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras. Sou irritável e firo facilmente. Também sou muito calma e perdôo logo. Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre.''

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

...Pensamentos...

Porque perder a esperança é muito mais fácil do que prosseguir se expondo, dizendo a verdade, acreditando... Porque sim a gente vai se dar muito mal aqui e ali, mas viver tb não é isso?


Às vezes a gente precisa queimar pra saber que o fogo queima. Se isso é infelicidade ou revelação, vai saber... não depende de você?


Eu, sinceramente, não sei o que significa pra mim.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

...A música certa...



Em um dos meu momentos de nostalgia,assistindo o DVD "Elas cantam Roberto",me peguei pensando;Atire a primeira pedra quem nunca pensou:"Ah,essa é música do meu casamento".Sim até eu que não penso em me casar,já pensei nisso,em algum momento da minha vida,Rss.No passado as mulheres se aglomeravam em volta de uma vitrola e ouviam emocionadas a Marcha Nupcial,sonhando com o dia em que elas entrariam na igreja,e marcha seria tocada para ela...só para ela.Hoje as coisas mudaram,os desejos se tornaram clandestinos,fingimos não mais pensar na música de casamento,mas sonhamos sozinhas pelas ruas com nossos Mp's 3,4,7,Ipods,sem negar que no fundo algumas musicas poderiam ser eleitas como a musica do meu casamento.Poderia ser Thank You do Leed Zepelin,ou para o tão esperado sim,Todo amor que houver nessa vida ,do Cazuza por exemplo.Os lugares também mudaram bastante,a Igreja já deixou de ser o unico lugar para o "Sim";Fazendas,praias desertas,ou até mesmo de calça jeans e all star ali na Àlvares Cabral.
Trocamos de sonhos,mudamos de namorado.As mulheres se tornaram inteligentes,independentes,pagam seus impostos,algumas ainda tomam ou já tomaram algum tipo de remedio tarja-preta na vida.Temos a tecnologia ao nosso lado, passamos esfoliantes com microesferas, não casamos virgens, reivindicamos nossos direitos (seja lá quais forem), e, quer saber? Continuamos as mesmas de sempre.Somos românticas (e bregas) até que a realidade se instale. Talvez essa seja a maior verdade. Porque casar não é brincadeira. Vida a dois deve ser igual a andar em uma montanha russa,quem não se segura não chega vivo no final.O até que a morte nos separe saiu de fininho e deu lugar para o:"Até que a vontade nos separe".
Bom, se casar não é fácil, então, por que ainda continuamos com as mesmas manias esquisitas de colecionar nomes de filhos, fotos de vestidos, músicas e sonhos? Porque acreditamos!
Sem esperança e amor, a vida não teria graça. Sem humor, muito menos.
Por isso, quando aquela tia ou parente distante chegar de mansinho e perguntar (antes mesmo de dizer Olá): "E aí, casou?" Responda, sem muita cerimônia:
Não, eu ainda não encontrei a música certa.